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INTRODUÇÃO
MODELO ORGANIZATIVO
METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO
ENTIDADES BENEFICIÁRIAS
INTRODUÇÃO

O Programa de Formação-Acção “Melhor Turismo 2020”, desenvolvido pelo Organismo Intermédio da CTP – Confederação do Turismo de Portugal, é co-financiado pelo Fundo Social Europeu e enquadra-se no Eixo III – Promoção da Sustentabilidade e da Qualidade do Emprego, na modalidade de Projectos Conjuntos, do Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização das PME, do COMPETE 2020.

 

O Programa visa uma intervenção estruturada em conjuntos de PME às quais apresenta soluções comuns e coerentes face a problemas e oportunidades a explorar no quadro dessas empresas. Os objectivos gerais do Programa, entre outros, são os de aumentar a capacidade de gestão das empresas participantes com o objectivo de promover a reorganização, a inovação e a mudança, bem como a qualificação dos seus recursos humanos em domínios relevantes.

 

O programa visa, em suma, através da sua intervenção nas PME do turismo, modernizar os modelos de negócio, a organização e as práticas de gestão; diversificar a oferta e contribuir para a afirmação de Portugal como destino turístico de referência; referenciar Portugal como destino reconhecido pela qualidade e excelência dos seus serviços neste sector.

MODELO ORGANIZATIVO

No contexto da sua missão, a CTP estabelece como sua estratégia contribuir para a afirmação do sector do turismo no contexto da economia portuguesa, potenciando a sua capacidade de crescimento e o contributo do mercado externo.

A Estratégia de Acção do Melhor Turismo 2020 contempla no enunciado dos seus objectivos estratégicos os seguintes:

– Reforço da Competitividade e Internacionalização das Empresas do Turismo

– Capacitação, Formação e I&D+I em Turismo

O Plano Estratégico do Programa de Formação-Acção “Melhor Turismo 2020” apresentado pela CTP para o biénio 2015 – 2017 e aprovado pelo POCI, compreende princípios organizativos, etapas, público-alvo e modelo de intervenção.

O modelo organizativo do Programa de Formação-Acção da CTP prevê a implementação de três Eixos de intervenção. Cada um desses eixos assume propriedades organizativas diferenciadas e estabelece uma articulação específica com o quadro de objectivos contemplados pelo Programa e os temas que se lhe associam. Assim, o Programa compreende os seguintes domínios de aposta:

– Abordagem orientada para a qualificação das PME e dos seus trabalhadores em domínios de desenvolvimento de competências priorizados pelo exercício prévio de diagnóstico realizado em cada empresa e que, nessa medida, se acolham no plano de acção que orienta o Programa de Formação-Acção específico da empresa. Esta abordagem é denominada de Ciclo de Planeamento.

– Abordagem orientada para a capacitação dos gestores e das equipas de gestão das PME do sector. Neste âmbito, os projectos a apoiar centram-se no desenvolvimento de competências de gestão e, nessa medida, podem ter níveis de aprofundamento diferenciados em função da componente de diagnóstico. Estando presente, a componente de diagnóstico não assume um foco tão abrangente como no ciclo de planeamento. Esta abordagem é denominada de Ciclo de Gestão e desdobra-se em três vertentes mais específicas de acção:

– Reforçar a capacidade competitiva das empresas do sector através da capacitação nos diferentes domínios da gestão (Linha de Acção Competir Melhor);

– Apoiar estratégias de internacionalização de empresa, investindo na promoção de capacidades de gestão para a internacionalização (Linha de Acção Internacionalizar);

– Apoiar o empreendedorismo no sector através do reforço das capacidades de gestão no contexto de projectos de criação de novas empresas (Linha de Acção Empreender);

– Abordagem orientada para a qualificação das PME e dos seus trabalhadores em domínios de desenvolvimento de competências previamente identificados e que se alinham com as prioridades de desenvolvimento do sector. Neste caso, a vertente de diagnóstico tem um peso mais reduzido no âmbito dos projectos e estes são organizados por referência a instrumentos externos de planeamento. Nomeadamente, prevê-se o recurso mais directo aos referenciais de qualificação baseados em competência promovidos pela CTP para suportar a organização da formação. Neste ciclo, a dimensão de planeamento decorre, sobretudo, do investimento realizado ao nível dos instrumentos de âmbito sectorial e menos do planeamento incluído no próprio projecto. Este vocaciona-se, sobretudo, para assegurar a adequação das apostas formativas priorizadas ao contexto de cada empresa. Esta abordagem é denominada de Ciclo Temático.


Os eixos que estruturam o Programa de Formação-Acção para o sector do turismo diferenciam-se não só do ponto de vista do foco estratégico que propõem, mas, também, das soluções metodológicas que convocam.

O Eixo I, Ciclo de Planeamento

 
CICLO PLANEAMENTO
 

Objectivo Geral

 


Melhorar o desempenho e organizacional e a capacidade competitiva das PME do sector do turismo através do desenvolvimento de competências em domínios de problema especificamente identificados.

Linhas Orientadoras


A intervenção dirige-se a empresas que pretendem resolver problemas de gestão, organização e funcionamento previamente identificados e caracterizados através da realização de um diagnóstico. A abordagem proposta centra-se na promoção da eficiência organizativa global através do reforço das qualificações dos trabalhadores da empresa.

Domínios de Intervenção


Constituem domínios temáticos a privilegiar os seguintes:

  • Gestão Estratégica
  • Gestão Administrativa e Financeira
  • Gestão de Equipas de Trabalho
  • Gestão Administrativa e Financeira
  • Marketing e publicidade
  • Estratégias de internacionalização
  • Qualidade de serviço na hotelaria, restauração e turismo
  • Protecção Ambiental

Público-Alvo


Empresas com actividade nas CAE identificadas. Consideram-se como principais condições de participação terem menos de 50 trabalhadores. Podem ser apoiados projectos formativos de empresas com mais de 50 trabalhadores em função da relevância do projecto e no caso de não terem um volume de negócios superior a 2 milhões de euros.

 

O Eixo II, Ciclo de Gestão, contempla uma abordagem mais focada no que se refere à temática da intervenção e, sem excluir a realização de um momento de diagnóstico para adequação do projecto à empresa, pressupõe alguma formatação prévia do referencial estratégico de actuação.

Complementarmente, este Eixo desdobra-se em três linhas de acção específicas com enunciados estratégicos e referenciais de intervenção ao nível do desenvolvimento de competências próprias.

 

O Ciclo de Gestão só será contemplado na abertura de candidaturas do próximo biénio.

 

O Eixo III, Ciclo Temático

 
CICLO TEMÁTICO
 

Objectivo Geral

 

Qualificar as empresas do turismo dotando-as de competências em áreas críticas/relevantes para o desenvolvimento, modernização e reforço de competitividade do sector.

Linhas Orientadoras


A intervenção contempla o desenvolvimento das competências dos trabalhadores das empresas do sector através da realização de formação que permite reforçar a sua capacidade de resposta em domínios de qualificação considerados críticos para o sector. Esta intervenção apoia-se nos exercícios de diagnóstico de âmbito sectorial previamente realizados, articulando-os com as necessidades explicitadas pelas empresas.

Domínios de Intervenção


Constituem domínios temáticos a privilegiar os seguintes:

  • Acolhimento e atendimento ao cliente, incluindo a gestão de reclamações
  • Controlo de gestão
  • Marketing e gestão de canais online
  • Negociação e vendas
  • Segurança e gestão de riscos
  • Gestão de aprovisionamentos e relação com fornecedores
  • Comunicação em língua estrangeira
  • Técnicas específicas de prestação de serviço (ex.: serviço de restaurante, serviço de bar, cozinha internacional, produção de doçaria tradicional, orientação de actividades de ar livre, actividades de animação turísticas, serviço de vinhos …)

Público-Alvo


Empresas com actividade nas CAE identificadas. Consideram-se como principais condições de participação terem menos de 50 trabalhadores. Podem ser apoiados projectos formativos de empresas com mais de 50 trabalhadores em função da relevância do projecto e no caso de não terem um volume de negócios superior a 2 milhões de euros.




Pretende-se que, em cada um dos Ciclos, as entidades promotoras de projectos no âmbito do Programa, seleccione um mais Domínios de Intervenção onde pelo perfil das suas competências tem melhores condições para realizar a formação-acção.

O Projecto abrange as NUT II Norte, Centro e Alentejo.

METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO

O modelo de intervenção previsto privilegia, globalmente, a inovação face aos modelos tradicionais de formação no domínio da qualificação e requalificação de activos. Assim, o modelo de formação-acção proposto é orientado pela resolução de problemas concretos das empresas, ou seja, constrói-se em função da resposta a necessidades de evolução das empresas por contraponto à tradicional lógica de organização da formação a partir da mobilização de conteúdos formativos mais ou menos catalogados.

No âmbito do Programa “Melhor Turismo 2020”, procura-se consolidar o modelo de intervenção dando total centralidade à vertente de desenvolvimento de competências e valorizando a sua contextualização no ambiente de trabalho e na resposta aos problemas identificados. O reforço da integração entre as diferentes dimensões e etapas do processo constitui outro relevante atributo do modelo proposto.

O modelo de formação do Programa “Melhor Turismo 2020” assenta, assim, nas seguintes orientações fundamentais do ponto de vista da estratégia pedagógica:

– O princípio da estreita articulação entre as vertentes de diagnóstico, de planeamento, de formação e de avaliação;

– A centralidade da formação em contexto de trabalho;

– Uma distinção clara entre a formação e a consultoria;

– A integração entre as dimensões de formação e conselho no contexto de trabalho;

– A abordagem pelas competências no plano pedagógico, do diagnóstico e da avaliação, valorizando a óptica da resolução de problemas.

A conformidade da estratégia de acção a estas orientações deve estar presente na forma de organização dos projectos em termos de etapas e duração previstos dentro de cada Eixo de intervenção. Antecedendo a apresentação do modelo a adoptar em cada tipologia de programas, importa procurar clarificar o entendimento atribuído aos principais conceitos considerados na sua organização.


Todas as tipologias previstas se estruturam a partir das mesmas quatro etapas, embora assumindo diferenças no modo de desenvolvimento.

A etapa de diagnóstico procura situar os problemas que se colocam à estratégia de desenvolvimento da empresa consoante os seus objectivos estratégicos. No caso do Eixo 1 – Planeamento e do Eixo 2 – da linha de Acção Competir Melhor, o diagnóstico é cumprido de forma mais exaustiva e profunda na medida em que não existe um ponto de partida definido relativamente aos objectivos estratégicos da empresa. No caso do Eixo 2 – das linhas de Acção Empreender e Internacionalizar do Eixo 3, o diagnóstico é menos desenvolvido, servindo o objectivo de apoiar a identificação de necessidades de competências core e a formatação de projectos que resultam de uma opção estratégica, ainda que genérica, previamente definida.

A etapa do Plano de Acção estabelece o referencial estratégico do projecto formativo, definindo os problemas a resolver e os objectivos a atingir em termos de desenvolvimento de competências e de evolução organizativa e de performance da empresa. O Plano de Acção é, também, mais desenvolvido e detalhado no caso do Eixo 1 e do Eixo 2 da linha de Acção Competir Melhor uma vez que aqui se pressupõem a procura de uma resposta mais integrada aos problemas da empresa. No caso do Eixo 2 – das linhas de Acção Empreender e Internacionalizar do Eixo 3, o Plano de Acção foca-se na identificação do conjunto de competências e objectivos delimitados a partir do exercício de adequação da intervenção aos objectivos previamente estabelecidos.

A etapa da formação constitui o passo central do processo. No caso do Eixo 1 e Eixo 2 – da linha de Acção Competir Melhor, a formação pode organizar-se de forma mais aberta, ou seja, considerando como instrumento de apoio referenciais de competências já existentes, mas acolhendo, também, o desenvolvimento de mapas de competências especificamente considerados para dar resposta aos problemas identificados. No caso Eixo 2 – das linhas de Acção Empreender e Internacionalizar do Eixo 3, o planeamento da formação apoia-se, essencialmente, em referenciais de competências já estabelecidos, sendo excepcional o recurso ao desenvolvimento de referenciais próprios de cada projecto. Em todos os casos articula-se a formação em contexto de trabalho (incluída na componente de consultoria) com a formação em sala e outras formas alternativas de desenvolvimento de competências como Workshops, Seminários, entre outras.

A etapa de avaliação é transversal a todo o programa e dá resposta à necessidade de aferir o grau de realização dos projectos e o nível de resultados alcançados. Nessa medida, o exercício de avaliação assumido ao nível dos projectos foca-se na verificação do grau de cumprimento do plano de acção, nomeadamente no que se refere à realização das actividades previstas e ao desenvolvimento das competências identificadas.


No quadro seguinte sintetiza-se o modelo de intervenção previsto para cada tipo de programa.

TIPOLOGIA
DE PROGRAMAS

  
MODELO DE INTERVENÇÃO (Versão não definitiva)
 

Acções

 

Duração

 

Horas

Consultoria

 

Formação

 Observações

Ciclo
Planeamento

 

Máx. 24 meses

120 horas

 80 horas  

Ciclo
Gestão

Competir Melhor

Máx. 24 meses

200 horas

Cada componente deve corresponder a um mínimo de 40%
e a um máximo de 60% das horas totais de intervenção
 

Internacionalização

Máx. 24 meses

125 horas

Empreender

Máx. 24 meses

125 horas

Ciclo
Temático

 

Máx. 24 meses

50 horas

 75 horas  

 

O centro do programa “Melhor Turismo 2020” é o desenvolvimento de novas competências que os referenciais situam com clareza, identificando as realizações profissionais, os conhecimentos, as aptidões e as atitudes que lhes estão associadas. Nesta medida, o programa está dotado de um referencial estratégico claro do ponto de vista das aprendizagens a desenvolver.

Complementarmente, os referenciais elaborados situam também os critérios de desempenho a considerar pela aprendizagem e, consequentemente, o modo como devem ser avaliados em exercício. A identificação dos critérios de desempenho para as competências desenhadas em cada referencial constitui um ponto-chave para que se faça a relação das aprendizagens com os contextos de exercício profissional.

Nesta medida, o programa está dotado de condições únicas para que os objectivos dos projectos e a avaliação se façam por referência às aprendizagens promovidas.

 

ENTIDADES BENEFICIÁRIAS

No Programa de Formação-Acção “Melhor Turismo 2020” são consideradas Entidades Beneficiárias as micro, pequenas e médias empresas do turismo, integradas, nomeadamente, nas CAE 55, 56, 77, 79, 82, 91, 93 e 96 com menos de 100 trabalhadores.

Sem prejuízo desse n.º máximo, o Programa “Melhor Turismo 2020” considera as empresas até 10 trabalhadores e as empresas que têm entre 10 e 50 trabalhadores os seus principais grupos-alvo.

Morada: 

Avenida Cantarias, n.º 140
5300-107 Bragança

Contactos:

+351 273 304 630

Email:

nerba@nerba.pt

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