Segunda, 23 Novembro 2020

NERBA - Associação Empresarial - Apresentação do Projecto de Formação-ação | consultoria para PME

Apresentação do Projeto

Projecto de Formação-ação | consultoria para PME

 

O NERBA apresenta ao Projecto de Formação-ação | consultoria para PME, no âmbito do Sistema de Incentivos COMPETE 2020 – Projetos Conjuntos - Formação-ação FSE que tem por objetivo proporcionar uma intervenção com aprendizagem em contexto organizacional e que mobiliza e internaliza competências com vista à persecução de resultados suportados por uma determinada estratégia de mudança empresarial. Trata-se de uma metodologia que implica a mobilização em alternância das vertentes de formação e de consultoria (on the job).

Se procura evoluir e quer chegar mais longe, pode participar no projeto

Incentivo a fundo perdido de 90%.

 

Enquadramento

O NERBA Associação Empresarial do Distrito de Bragança pretende apresentar candidatura ao Projecto de Formação-ação | consultoria para PME, no âmbito do Sistema de Incentivos COMPETE 2020 – Projetos Conjuntos - Formação-ação FSE (aviso 07/SI/2016) que tem por objetivo proporcionar uma intervenção com aprendizagem em contexto organizacional e que mobiliza e internaliza competências com vista à persecução de resultados suportados por uma determinada estratégia de mudança empresarial.
Os tempos de formação e de ação surgem sobrepostos e a aprendizagem vai sendo construída através do desenvolvimento das interações orientadas para os saberes fazer técnicos e relacionais. Trata-se de uma metodologia que implica a mobilização em alternância das vertentes de formação (em sala) e de consultoria (on the job) e, como tal, permite atuar a 2 níveis:

  • Ao nível dos/as formandos/as: procura desenvolver competências nas diferentes áreas de gestão, dando resposta às necessidades de formação existentes;
  • Ao nível da empresa: procura aumentar a produtividade, a capacidade competitiva e a introdução de processos de mudança/inovação nas empresas.

Âmbito Setorial

São elegíveis os projetos inseridos nas atividades económicas abrangidas nas seguintes CAE - Classificação Portuguesa das Atividades Económicas - Revisão 3 (CAE – Rev.3):

  • Da Secção A à Secção J com exceção da Divisão 01 e da Divisão 60;
  • Da Secção L à Secção S com exceção da Divisão 90 e da Divisão 94.

Secção:

  • A Agricultura
  • B Indústrias extractivas
  • C Indústrias transformadoras
  • D Electricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio
  • E Captação, tratamento e distribuição de água; saneamento, gestão de resíduos e despoluição
  • F Construção
  • G Comércio por grosso e a retalho; reparação de veículos automóveis e motociclos
  • H Transportes e armazenagem
  • I Alojamento, restauração e similares
  • J Actividades de informação e de comunicação
  • L Actividades imobiliárias
  • M Actividades de consultoria, científicas, técnicas e similares
  • N Actividades administrativas e dos serviços de apoioP Educação
  • Q Actividades de saúde humana e apoio social 86+87+88
  • R Actividades artísticas, de espectáculos, desportivas e recreativas
  • S Outras actividades de serviços.

É requisito base que cada projeto vise a produção de bens e serviços transacionáveis e/ou internacionalizáveis, ou que contribuam para a cadeia de valor dos mesmos, e não diga respeito a serviços de interesse económico geral. O conceito de bens e serviços transacionáveis inclui os bens e serviços produzidos em setores expostos à concorrência internacional e que podem ser objeto de troca internacional demonstrado através de:

  • Vendas ao exterior (exportações);
  • Prestação de serviços a não residentes, devendo este volume de negócios encontrar-se relevado enquanto tal na contabilidade das empresas beneficiárias do projeto conjunto.

Data

Data de candidatura 04 março de 2016
Notificação da decisão de aprovação 07 julho de 2016

Data de início do projeto 20-10-2016
Data de fim do projeto 22-10-2018

Objetivo

A estrutura de intervenção do projeto está diretamente relacionada com as grandes tendências internacionais apresentadas, e tendo em conta as condicionantes estruturais do tecido empresarial português, resulta claramente a necessidade de se proceder a mudanças organizacionais nas empresas.

Estas mudanças terão de ocorrer ao nível da gestão estratégica e operacional, dos modelos de negócios, dos processos, das abordagens aos mercados interno e externo, das formas de financiamento empresarial entre outros. Estas mudanças exigem níveis de competências dos recursos humanos mais exigentes, diversificadas e enquadradas na aposta do desenvolvimento empresarial.

Benefícios para as empresas

A intervenção na empresa implica concretizar um diagnóstico que sustente a formulação do plano de ação e um relatório que evidencie a avaliação de todo o processo formativo.

O Modelo de Intervenção baseia-se no ciclo PDCA (PLAN - DO - CHECK – ACT), respeitando a ordenação lógica destas etapas e garantindo a constante monitorização do processo:

Diagnóstico e Definição do Plano de Ação

Recorrendo à atividade de consultoria é efetuada uma avaliação das práticas correntes associadas à área de intervenção do Projeto e são identificadas as atividades-chave necessárias à concretização do mesmo. Em paralelo, é efetuado um diagnóstico formativo onde são identificadas as necessidades de formação da empresa, atendendo à caracterização dos seus Recursos Humanos, em termos de qualificações / níveis habilitacionais /competências detidas.

Com base nas informações recolhidas é elaborado um Plano de Ação, contemplando as vertentes de Consultoria e Formação (alinhados com a área de intervenção escolhida). São definidas com os responsáveis da empresa as medidas a implementar no horizonte temporal do projeto.

Apesar de, no seu todo, o plano de formação individual ser diferente para cada uma das empresas envolvidas numa determinada temática, empresas de dimensão diferenciada poderão participar no mesmo percurso formativo, composto por vários cursos de formação, desde que tenham sido detetadas necessidades de formação semelhantes.

Implementação e Acompanhamento do Plano de Ação
São constituídas equipas de trabalho que, em conjunto com os consultores, implementarão as medidas definidas nos Planos de Ação definidos no diagnóstico. São constituídos os grupos de formação e ministradas as ações formativas definidas no plano.

Avaliação de Resultados/ Melhorias Implementadas
São definidos momentos de regulação da execução (avaliação de resultados intercalares), para acompanhar e controlar o grau de implementação do projeto no que respeita às atividades formativas e de consultoria. No final do projeto, é feito um balanço do progresso/análise evolutiva da empresa e dos resultados efetivamente alcançados. Os resultados obtidos serão disseminados, permitindo assim uma experiência de partilha entre empresas e impulsionando e motivando a implementação de boas práticas

Áreas Temáticas a abranger

A – Organização e Gestão

Objetivos gerais:

  1. Qualificar PME para reforçar a sua competitividade e capacidade de resposta no mercado global. Concretizar práticas de inovação organizacional, por via da aplicação de novos métodos organizacionais no negócio ou na organização do local de trabalho (layout).
  2. Aplicar métodos de gestão adequados ao contexto global, com enfoque nas áreas Finanças, Estratégia, Produção e Logística Marketing e Vendas e Recursos Humanos.

Linhas orientadoras:

Pretende-se que as empresas:

  • Introduzam novos métodos ou novas filosofias de organização do trabalho, adequados às características e necessidades dos mercados;
  • Reforcem as suas capacidades de gestão, nas áreas Finanças, Estratégia, Produção e Logística Marketing e Vendas e Recursos Humanos;
  • Desenvolvam projetos de melhoria, com recurso a redesenho e melhorias de layout, ferramentas diagnóstico e planeamento;
  • Identifiquem oportunidades e riscos para o negócio;
  • Melhorem as capacidades de desenvolvimento e distribuição de produtos, processos e serviços;
  • Implementem ferramentas e sistemas de melhoria contínua;
  • Participem em ações de benchmarking.

Público-alvo:

Micro, pequenas e médias Empresas, produtoras de bens ou serviços transacionáveis e/ou internacionalizáveis ou que contribuam para a cadeia de valor dos mesmos, que pretendam otimizar as suas práticas de gestão, pela implementação de práticas de inovação organizacional e de melhoria contínua.

E – Eco-Eficiência (Eficiência Energética e Utilização Racional de Recursos Naturais)

Objetivos gerais:

  1. Disseminar os princípios de Ecoeficiência e Eco inovação nas PME;
  2. Promover uma cultura de Responsabilidade Social e Ambiental, na empresa.

Linhas orientadoras:

Pretende-se que as empresas:

  • Adotem boas práticas na utilização racional de energia e recursos naturais;
  • Incorporem os princípios da eco-eficiência e sustentabilidade no seu negócio;
  • Utilizem de forma mais eficiente os recursos, reduzindo e reutilizando os desperdícios;
  • Analisem o ciclo de vida dos seus produtos e obtenham conhecimento dos procedimentos de atribuição do Rótulo Ecológico;
  • Conheçam o Sistema de Ecogestão e Auditoria (EMAS);
  • Otimizem o recurso a matérias-primas e consolidem economias associadas à redução dos consumos.

Público-alvo:

Micro, pequenas e médias Empresas, produtoras de bens ou serviços transacionáveis e/ou internacionalizáveis ou que contribuam para a cadeia de valor dos mesmos, que pretendem adotar práticas de negócio mais sustentáveis, com recurso a medidas de eficiência energética e de utilização racional de recursos naturais.

 

Duração da Intervenção e Formandos/as

 

Tipologia Total de Horas Formação Inter Empresa Formação Intra Empresa Consultoria on job

Micro empresa

< 10 trabalhadores
166 66 Não aplicável 100

Pequena Empresa

< 50 trabalhadores
100 80 25 126

 

Todos os formandos da componente de consultoria têm obrigatoriamente que ter frequentado as componentes teóricas.

Atendendo aos percursos formativos (horas) diferenciados por dimensão de empresa, as entidades promotoras deverão, preferencialmente para cada temática (com exceção da temática Gestão Estratégica), alocar apenas empresas da mesma dimensão. Caso tal não seja possível, atendendo ao número mínimo de 12 empresas exigido, então deverá ser estimado um número médio de horas em função do peso das empresas intervenientes.

Investimento | Incentivo | Contribuição privada

 

  Duração Horas Investimento Incentivo Contribuição Privada 
PME com <10 trabalhadores 166 7.387,00 € 6.648,30 € 738,70 €
PME com<50 trabalhadores 200 10.725,00 €  9.652,50 €  1.072,50 €

 

Nota: Os valores apresentados serão confirmados após a aprovação da candidatura junto do COMPETE 2020 

Acordo Pré-Adesão

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